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AQUI ESTÃO ALGUNS DOS MAIS IMPORTANTES CONTRIBUINTES DA PSICOLOGIA MUNDIAL 

                                  ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL


O trabalho era definido como castigo divino imposto aos homens por sua desobediência a Deus na antiguidade clássica, o trabalho era tarefa dos escravos. Enquanto que na idade média, o trabalho era feito pelos servos que sustentava os senhores feudais, e confundia-se com a vida domestica que era determinado pelo nascimento ou conveniência, pendurando ate o século XV, sofrendo profundas modificações na idade moderna, que trouxeram novos conceitos de trabalho. A primeira grande transformação foi a reforma religiosa que trouxe a ideia de que o trabalho era salvação e o ócio passa a ser a condenação. No Renascimento a ideia traz a possibilidade de domínio do homem sobre a natureza que proporcionado pelo desenvolvimento das artes e das ciências. As grandes navegações e o Mercantilismo promoveram a ascensão da burguesia enquanto classe social. Com o Iluminismo vieram avanços científicos e tecnológicos inovadores que trouxe o germe da futura sociedade, com a possibilidade de ascensão pelo trabalho.

                                                     João Pessoa - Pb - 2018

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                                                       Grupo:

Auristela Ednardo Serafim, João Hermano, Luciano Melo e Stella. 

Na prática, a Orientação Profissional existia antes do modelo teórico. Tinha como objetivo Observar as competências dos trabalhadores nas indústrias. A visão de trabalho passou por grandes transformações desde a antiguidade clássica. Quando o trabalho era exclusivo dos escravos, passando pela idade media, onde o trabalho era compreendido como sendo um castigo divino ate o século XV e como libertação, salvação e virtude com a reforma religiosa. 68 Depois de três fases da reforma industrial. É na terceira que a orientação profissional tem maior reconhecimento e seus conhecimentos totalmente diretivos desconsideravam a subjetividade do individuo, tirando o foco do seu discurso, atendendo-se apenas ao seu comportamento no setor industrial.  Quando faziam o remanejamento com base em suas observações na segunda metade do seculo XX, a Orientação Profissional sofreu muitas influências e o profissional ou troca, muito diretivo, no setor industrial, se ver numa condição de flexibilidade diante de uma nova demanda pós indústrial. tendo este que atender uma solida fundamentação teórica, conhecer a demanda atual e aceitar o caráter politico e ideológico do seu trabalho e compromisso social.

                                                    João Pessoa - Pb - 2018

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                                                            Grupo:

Ednardo Serafim, João Hermano, Luciano Melo e Stella. 

Profissões do momento

Gestor de Ecorrelações 

Essa profissão tem como objetivo conciliar a preservação do meio ambiente com o desenvolvimento ambiental. O Gestor de Ecorrelações é responsável por fazer a comunicação com grupos ambientais, consumidores e agências governamentais. O profissional que deseja seguir essa carreira deve possuir conhecimentos ambientais, além de ser comunicativo. Esse profissional de sustentabilidade trabalha dentro das empresas, sempre em conjunto com os Engenheiros Ambientais.

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Grupo:  Ednardo Serafim, João Hermano, Luciano Melo e Stella. 

Gestor de Mídias Sociais 

É uma das profissões mais recentes no campo da comunicação. Cerca de 88% das empresas brasileiras utilizam ao menos um tipo de rede social, de acordo com pesquisa divulgada pela consultoria Burson-Masteller, em 2012. Isso mostra a importância do Gestor de Mídias Sociais. A formação deste profissional está ligada aos cursos de Marketing, Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas. O profissional que deseja seguir a carreira de Gestor de Mídias Sociais precisa ter boa comunicação, conhecer o comportamento dos consumidores nas redes sociais, ter criatividade, possuir domínio da cultura digital e saber lidar com crises.

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Grupo: Ednardo Serafim, João Hermano, Luciano Melo e Stella. 

Bioinformacionista

É uma carreira onde o profissional possui uma formação na área da tecnologia e da genética, sendo considerado o novo tipo de profissional da saúde. O Bioinformacionista é responsável por auxiliar na prevenção da reprodução humana e de doenças genéticas. Também tem como função fazer o mapeamento do genoma humano. Esse profissional pode atuar em indústrias farmacêuticas, fazendo medicamentos de acordo com a composição genética de cada ser humano. A carreira do Bioinformacionista também está ligada à área do envelhecimento humano.

Chief Technical Officer (CTO)

Essa profissão tem como foco questões tecnológicas e científicas em uma determinada empresa. O CTO se tornou reconhecido com a ascensão das Tecnologias da Informação (TI). O profissional que segue esta carreira é responsável por todos os setores técnicos do campo da tecnologia na organização onde estão inseridos. O Chief Technical Officer (CTO) deve possuir habilidades para lidar com todos os tipos de tecnologias e ter fluência na língua inglesa. Também é importante que esse profissional tenha um perfil empreendedor e visão estratégica, pois trabalha em um ambiente que está em constante transformação.

Técnico em Telemedicina

A Telemedicina é uma área que faz o uso de modernas tecnologias de telecomunicações e da informação com o intuito de fornecer atenção médica e informação a pacientes localizados em locais distantes. Sua aplicação se dá principalmente em instituições de saúde e hospitais. A Telemedicina é uma alternativa para a carência de profissionais nas áreas de difícil acesso do Brasil, permitindo que os pacientes que moram em lugares distantes possam ter acesso a diagnósticos sem a necessidade de estarem no mesmo local que o médico. Essa carreira utiliza as tecnologias da informação mais modernas para atender os pacientes.

Especialista em Mobile Marketing

O campo do Mobile Marketing ainda é novo no país, porém, existem muitas expectativas com relação à expansão do número de profissionais nessa área. O Especialista em Mobile Marketing tem conhecimento sobre as tecnologias desta área, como em smartphones e outros dispositivos móveis, como tablets. O principal objetivo deste profissional é estar em contato contínuo com o consumidor para desenvolver e aprimorar produtos e serviços móveis.

Gestor de Comunidade

O Gestor de Comunidade é conhecido como o porta-voz de uma empresa, marca ou instituição, atuando como o interlocutor entre os membros da comunidade e os seus clientes. Também exerce funções de monitoramento, tanto dentro, quanto fora da comunidade. O profissional dessa área faz a comunicação com os consumidores através das redes sociais, blogs e fóruns. Pode ainda monitorar a concorrência entre diferentes marcas, verificar qual é o posicionamento da marca para a qual trabalha e identificar as diferentes oportunidades de negócio. Para ser um Gestor de Comunidade, o profissional necessita possuir habilidades como adaptabilidade e boa capacidade de comunicação.

Gestor de Marketing para e-commerce

O Gestor de Marketing para e-commerce é uma carreira que tem como principal objetivo planejar estratégias, executar e desenvolver ações, aproveitar oportunidades e acompanhar os resultados de ações ligadas ao comércio eletrônico. Esta profissão não é nova em nosso país, mas está ganhando importância com a necessidade de maior segurança nas transações comerciais online. Além disso, o Gestor de Marketing para e-commerce pode atuar para que as empresas consigam ter um melhor posicionamento em vendas pela internet.

Gerontologia

A Gerontologia é uma ciência que estuda o envelhecimento do ser humano, com o intuito de atender às necessidades emocionais, físicas e sociais do idoso. O profissional dessa área planeja, cria e organiza projetos que têm como intuito o bem-estar físico, psicológico e social do idoso. Pessoas com mais de 60 anos constituem 10% de toda a população brasileira, sendo de grande importância a atuação desse profissional. Pode atuar ainda em programas que tenham como objetivo a educação de idosos.

Analista de Search Engine Optimization (SEO)

O Analista de SEO tem como principal objetivo elaborar e otimizar sites de acordo com os fundamentos de SEO. O profissional dessa área tem como principal objetivo criar estratégias e explorar recursos para que a página da web na qual está trabalhando tenha um grande número de visualizações. Não existe uma formação específica para o Analista de SEO, que geralmente é representado por profissionais oriundos de cursos relacionados com o campo da Tecnologia da Informação (TI).

Orientação profissional para adolescentes 

VIDEO

https://youtu.be/TA6lNmotEWY


Grupo: 

Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

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             AS TEORIAS EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL


                     INTRODUÇÃO

Como escolher uma profissão? Muitas pessoas se não passaram vão passar por isso, sabe quanto é angustiante a indecisão. E quando não dá mais para prolongar a escolha? Existe mesmo um momento pra escolher? Temos que escolher? Como saber?

Tentando responder as dúvidas a Orientação Profissional desenvolvem várias teorias, propondo formas e opções profissionais, através da concepção de qual o meio inserido do individuo.

HISTÓRIA 

Partindo primeiramente, da necessidade de sobrevivência da especie a atividade laboral varia de forma no decorrer da historia. Na pré-História, as diferenciação de função era notada apenas pela força física e/ou gênero. Nas tribos, já existia certa a hierarquia por questões de bravura, idade ou gênero, ainda assim, era fortemente regida por lei naturais. Enquanto que os orientais delimitavam suas atitudes por herança familiar, imposta pelo grupo social.

Já na Grécia Antiga o trabalho caracterizava-se pela desvalorização do homem, este visto como servidor que precisava da sobrevivência, dando ênfase as atitudes intelectuais. 

Platão idealizador da primeira intenção de sistematização da Orientação Profissional, colocava os governos como filósofos, homem do pensamento. Assim como, Aristóteles mostrava uma concepção da hierarquia passando pela classes sociais. A Orientação Profissional ganha várias correntes em consideração a dimensão da construção histórica e da importância do contexto em que o indivíduo esteja inserido.

AS TEORIAS E SUAS CONCLUSÕES

1) Teorias não Psicológicas

Segundo Bock (2001), as teorias não psicológicas consideram que a escolha profissional do indivíduo é causada por elementos externos a ele, como fatores econômicos, culturais e sociais. ... São forças que agem sobre o indivíduo, como mera explicação, sem deixar que ele as opere, em qualquer nível. 

2) Teorias Psicológicas

Bock (2000) afirma que as teorias psicológicas são aquelas que analisam os determinantes internos de escolha dos indivíduos. Sob esta perspectiva, o indivíduo teria papel ativo ou parcial e as condições sócio-econômica-culturais teriam uma função secundária no processo

           2.1) Teoria Traço e Fator

Segundo Bock (2001), a teoria traço e fator dá início à área de Orientação Profissional. Ela pauta sua ação e dá fundamento aos testes vocacionais, que, por mais criticados que sejam, ainda fazem parte do imaginário social, quanto à escolha da profissão, pois acredita-se que as aptidões, os interesses e os traços de personalidade são inatos. Nas etapas de aconselhamento, na interpretação dos dados colhidos e no estudo da personalidade do aluno ou orientando, não pode o orientador ignorar a existência de traços que, de uma forma ou de outra, atuam nos ajustamentos pessoais." (Santos, apud Bock 2001: 12)

           2.2) Teorias Psicodinâmicas

Nas teorias psicodinâmicas, segundo Bock (2001), busca-se a explicação de como os indivíduos constituem sua personalidade e acabam se aproximando das profissões.Tratam-se de teorias que se fundamentam-se na psicanálise, considerando o desenvolvimento afetivo sexual, principalmente na primeira infância, para entender as aptidões, interesses e características de personalidade. Representam a superação de uma visão inatista de personalidade, considerando que é a partir da relação com o meio que o indivíduo constitui sua individualidade.

De acordo com Pimenta (1979, apud Bock 2001) e Silva (1996, apud Bock 2001), os representantes destas teorias tentavam aproximar-se, de maneira mecanicista, às concepções de Freud e seus seguidores, ao estabelecerem padrões de personalidade em função das relações mantidas na infância, com as profissões.

         2.3) Teorias Desenvolvimentistas 

Estas teorias surgem a partir da década de 50, como alternativa à abordagem do traço e fator. Trazem uma crítica a idéia de "momento de escolha" e defendem a concepção de desenvolvimento vocacional, considerando que o indivíduo possui um ciclo de vida e a questão profissional perpassa-o como um todo, ou seja, os indivíduos desenvolvem-se vocacionalmente e este processo dura por toda a sua vida.

Bock (2001) afirma que Ginzberg é o introdutor da visão evolutista. Ele divide o desenvolvimento vocacional em três estágios: "escolha fantasia", que seria da infância até os onze anos; "tentativas de escolha", dos onze aos dezessete anos e "realista", a partir dos dezessete anos, estágio que mostra as fases sucessivas de exploração, cristalização e especificação

          2.3.1. Exploração seria entendida como: seria a capacidade de resolver problema com rapidez. 

          2.3.2. Cristalização seria: a constatação de fazer escolas

        2.3.3. Especificação seria: a identificação de valores e necessidades subjacentes aos comportamento, valores,          2.3.4. Realização, seria: · a revisão de todas as etapas da decisão, considerando sua estabilidade e certeza; a operacionalização e planejamento das etapas da decisão; a antecipação das dificuldades; a proteção da decisão e a formulação de escolhas substitutivas

  • 2.4) Teorias Decisionais
  • Como afirma Bock (2001), as teorias decisionais importam pressupostos da Administração de Empresas e da Economia, visando à racionalidade das escolhas, portanto, a decisão deve ser fruto de análise minuciosa dos elementos que interferem no processo 


  • Ao orientador profissional, de acordo com as considerações de Bock (2001) caberia ajudar o indivíduo a: (1) analisar os dados capazes de fornecerem bases adequadas para se chegar a uma decisão; (2) deduzir informações que possam sugerir novas alternativas e (3) determinar empiricamente a utilidade de cada decisão.

3) Teorias Gerais

Nas teorias gerais, de acordo com Bock (2001), tenta-se entender a escolha profissional determinada ora por aspectos psicológicos, ora por aspectos sócio-econômicos, mas elas não formulam novas abordagens, apenas justapõem as anteriores.

Segundo Crites (apud Bock, 2001), são aquelas que não enfatizam somente aspectos psicológicos da escolha, nem somente aspectos estruturais sócio-econômicos, como explicação da inserção do indivíduo em uma dada profissão ou ocupação.

De acordo com Ferretti (1988), as teorias gerais tratam de proposições de caráter econômico-social. Aproxima o peso que as dimensões psicológicas têm na decisão e a sua proximidade, em certos aspectos, com as teorias decisionais.

4) A Abordagem Histórica Cultural em Vygotsky

Vygotsky (1991), destaca a importância da zona de desenvolvimento proximal, um conceito que ele define como: a distância entre o nível de desenvolvimento real - aquele que se refere a processos de desenvolvimento já completados - e o nível de desenvolvimento potencial - aquele que se refere a processos de desenvolvimento que ainda precisam da mediação do "outro". A zona de desenvolvimento proximal está sempre em transformação. O que significa dizer que o homem está sempre em transformação, ou está constantemente constituindo sua identidade, sua personalidade nas relações com o outro, mediadas dialeticamente pela sociedade.

5) Novas Classificações das Teorias  em Orientação Profissional

É a partir do referencial teórico histórico-cultural, de Vygotsky, cuja base teórica repousa no materialismo histórico e dialético, que Bock (2001) propõe uma nova classificação para as teorias em orientação profissional, buscando superar teorias que dissociam indivíduo e sociedade, implicando em considerar ou o determinismo individual ou o determinismo social na escolha da profissão, para chegar a uma teoria que entenda dialeticamente esta relação e sua implicação na escolha profissional.

                     As teorias em orientação profissional, até então classificadas em psicológicas, não-psicológicas e gerais recebem uma nova                                       classificação, a saber: teorias tradicionais, teorias críticas e teorias para além da crítica 


                   a) As teorias tradicionais

Estas técnicas ou instrumentos farão um diagnóstico do perfil do indivíduo, buscando relaciona-lo às várias profissões existentes, para que ele, de acordo com os resultados, encontre a profissão que mais se adapte ao seu perfil, ou a profissão para a qual tem vocação "natural", "inata".

"Encarada dessa perspectiva a Orientação Profissional exerceria, dentro do aparelho escolar, uma ação reprodutora, contribuindo para disseminar (ou reforçar) entre os jovens, o ideário liberal, através do qual seriam mascaradas as verdadeiras razões pelas quais as oportunidades educacionais e ocupacionais existentes no país se apresentam muito favoráveis para alguns, enquanto, para outros, são precárias, severamente limitadas ou inexistentes."(Ferretti, 1988, p: 153).

b) As teorias críticas

A Propõe uma análise crítica da sociedade para que se possa superar a visão ingênua que dela se tem e chegar à conscientização que leve à transformação social. As teorias críticas surgem, no Brasil, no final da década de 70 e início da década de 80, momento em que o país vivia o regime da ditadura militar. São fortemente influenciadas por teóricos como Althusser, Bourdieu e Passeron que direcionam os olhares principalmente para a escola, vendo-a como um Aparelho Ideológico do Estado (Athusser) com a função de manter o status quo da classe dominante, transmitindo e reproduzindo os seus valores e crenças (reprodutivismo). 

c) As teorias para além da crítica

Neste sentido, a Orientação Profissional, dentro desta visão, deve dar condições para que a própria pessoa faça sua reflexão e possa decidir, entendendo as determinações de sua escolha, tendo em vista que o indivíduo constrói sua identidade a partir do que vive (internalização do vivido), nas relações sociais históricas. A escolha profissional, portanto, cristaliza relações interpessoais passadas, presentes e futuras, pelas quais a imagem de uma profissão é construída e pelas quais o indivíduo se identifica com ela. Este é, segundo Bock, o ponto de partida da escolha profissional. 

6) O Programa de Orientação Profissional de Abordagem Sócio-Histórica

O programa de orientação profissional proposto por Bock tem como principal objetivo superar os modelos tradicionais. Para isto utiliza, como eixo de seu trabalho, as contribuições de Bohoslavsky.

Embora este autor não tenha uma abordagem sócio-histórica em seus trabalhos, mantém uma proximidade muito grande com ela. Isto se dá principalmente porque não aceita uma visão neutra do sujeito, determinado biologicamente, e busca a dimensão histórica da construção da identidade do sujeito que está procurando orientação profissional.

O Módulo I - O significado da escolha profissional tem como objetivo introduzir o assunto, como o próprio nome diz, o significado da escolha profissional.

Isto ocorre em quatro sessões:

  • Primeira sessão: é apresentado como funciona o programa .
  • Segunda sessão: discutem-se tópicos como o mercado de trabalho, os meios de comunicação e o vestibular. 
  • Terceira sessão: trabalha-se a relação de gênero e a escolha profissional, mostrando alguns dados estatísticos que evidenciam a influência social. 
  • Quarta sessão: esta é destinada à síntese deste primeiro módulo. 

  • O Módulo II - O trabalho, tem como objetivo conceituar e discutir como se desenvolve o trabalho. São destinadas para esta fase do programa duas sessões:

    • Quinta sessão: a  meta aque o grupo conheça o conceito de trabalho genérico. Para isto o grupo desenvolve uma atividade que, basicamente, é a simulação da montagem de duas empresas (uma do setor primário e outra do setor secundário.)
    • Sexta sessão: é a continuação da sessão da criação das empresas que complementando-a através do trabalho de assuntos, muito estudados por Marx, que são a divisão do trabalho, o conceito de mercadoria, a força de trabalho e o estabelecimento dos salários. 

    O Módulo III - Autoconhecimento e informação profissional, é o último e o maior de todos eles. É composto por nove sessões sendo que, as duas últimas são destinadas pra sintetizar o trabalho realizado com o grupo. 

    • Sétima sessão: é nesta que  o orientador entrega ao grupo que está trabalhando cento e seis fichas contendo os nomes das profissões. Os orientandos, em grupo, terão que classificá-las, em oito grupos conforme as suas "caras" e não nos três grupos convencionais (exatas, humanas e biológicas).
    • Oitava sessão: ela é reservada para finalizar a tarefa da sessão anterior. É dado aos orientandos o gabarito do agrupamento das profissões, sanadas as dúvidas que surgirem e pedido a cada um escolha o grupo com o qual mais se identificou e que gostaria de exercer como profissão.
    • Nona sessão:  Os orientandos são divididos em dois grupos e sem poder falar ou fazer mímica eles têm que desenvolver qualquer coisa com aquela lã, em um tempo estipulado. Terminada a atividade os participantes falam sobre si e sobre os desenvolvimentos no trabalho. Em seguida, sozinhos, respondem a duas questões que têm como finalidade principal mostrá-los que a individualidade de cada um está intimamente relacionada com as expectativas do grupo em que vivem.
    • Décima sessão: discurso direcionado, "tudo o que você quer", "tudo o que você tem que" e "você tem medo de". Os tópicos escritos são socializados em um grupão e discutidos que "os desejos e as vontades se constituem, não como atividade autônoma mas como construção social internalizada". (Boch: 2001.p. 71). 
    • Décima primeira sessão: aqui é trabalhado o autoconhecimento com o "jogo da imagem". No início do jogo cada participante escreve, em pequenas folhas de papel, o nome de cada componente do grupo e o presente que deseja dar a ele. Também escreve, em outras folhas, uma carta colocando a imagem que o dono do presente tem do dono do papel. Por fim cada um faz o comentário sobre os presentes que recebeu.
    • Décima segunda sessão: O jogo de governo se desenvolve da seguinte forma: participantes têm que imaginar que moram em um lugar em que o governo decide quais as profissões que as pessoas terão. dividido em dois grupos o da justiça e  a outra metade são as pessoas solicitando a mudança de profissão, depois os grupos trocam de papel) e as pessoas têm que argumentar sobre a sua decisão de trocar de profissão. Segundo Bock, esta atividade procura demonstrar o quanto cada um conhece sobre a profissão que deseja seguir.
    • Décima terceira sessão:  trabalha o autoconheciemnto, reforçando a sessão anterior.  Para isto os orientandos deitam no chão, relaxam e seguindo as instruções devem imaginar/sonhar acordado. escrevendo e verbalizado suas imaginações e sensações.
    • Décima quarta e décima quinta sessões: são destinadas a fazer uma síntese. na primeira, "síntese afetiva" na segunda, as conclusões e avaliações de todo o trabalho realizado e do grupo. Os orientadores, após todas estas sessões, darão orientação individual, para todos aqueles que necessitarem.

    7. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

    1. A pesquisa

    Orientação Profissional: Avaliação de uma proposta de trabalho na abordagem sócio-histórica. Em tal dissertação procurou-se investigar os efeitos de um programa de orientação profissional, de base teórica sócio-histórica, nas decisões profissionais de jovens que dele participaram.

    Para a pesquisa, Bock escolheu:

    " um grupo com dezesseis participantes, cujo desenvolvimento ocorreu no segundo semestre de 1994. Analisou-se a situação de entrada e saída dos sujeitos quanto às suas decisões profissionais. Posteriormente, selecionaram-se cinco deles para a realização de entrevistas visando a uma melhor compreensão do significado do programa nas suas decisôes, bem como a um detalhamento da trajetória pessoal e profissional após o término do programa." (Bock, 2001)

    Foram coletados dois conjuntos de dados:

    • os "dados dos documentos", que incluiam diversos registros, tais como os relatos, cujos registros foram realizados antes, durante ou após as atividades;
    • os "dados das entrevistas", divididas em duas etapas com cada sujeito.

    Após a apresentação dos dados Bock conclui que houve uma ampliação dos determinantes na decisão profissional, durante as sessões, devido a ampliação de visão sobre os fatores da escolha.2.Categorias comuns aos dois momentos - entrada e saída

    2.1. Experiência escolar e escolha

    Na entrada do programa, a categoria mais expressiva era a experiência escolar, que se torna a 4ª na saída.

    Isso ocorre provavelmente em função de dois fatores:

    • Um questionamento a respeito das habilidades inatas ou dons que explicaria os interesses e o bom desempenho;
    • E o questionamento em relação às matérias escolares e às profissões.

    2.2. Autoconhecimento

    Na entrada aparece como segunda categoria, "expressão das características individuais", como por exemplo, leitura, escrita e criatividade. Os sujeitos divergem entre o individualismo, como fator coerente à ideologia liberal e a preocupação com o futuro emprego diferentemente do sujeito que se reconhece como pertencente a parte de um todo social.
    (topo)

    2.3. Família

    Foi a terceira categoria mais citada. Percebe-se aqui a influência familiar na escolha da profissão. Inicialmente, tal escolha e influência eram percebidas como se fossem "heranças". Posteriormente, os orientandos verão a família como mais um determinante de escolha.
    (topo)

    2.4. Mercado de trabalho

    Muito interessante foi o fato de nenhum sujeito assumir sua escolha em função dessa categoria. Segundo Bock (2001), talvez pela "condição de classe social dos sujeitos que, partícipes de uma classe bastante privilegiada, discriminam que sua família detém capital financeiro, cultural e social para superar as possíveis dificuldades colocadas pelo mercado" (p.126) 
    (topo)

    2.5. Vestibular

    Apenas um sujeito fez menção relacionando a aprovação no vestibular à escolha profissional.

    3. Categorias específicas da escolha no final do programa

    Vale ressaltar que o programa de orientação profissional, contido na tese de Bock, apesar de possuir atividades e objetivos que colocam a "contribuição social da profissão" em voga, não consegue transformar o individualismo, uma vez que possui pouco tempo para trabalhar com tal valor.

    8. CONCLUSÃO

    A Orientação Profissional deve ser regida pela real conscientização das diversas ocupações e o conhecimento das perspectivas do mercado de trabalho em termos ocupacionais. Além dessa desmistificação, é necessário aumentar a oferta de escolas que ofereçam tal orientação, bem como melhorar a capacitação dos profissionais, para que os orientandos, e não desorientados, possam buscar o caminho mais adequado, sem desperdiçar tempo ou recursos, evitando desajustes profissionais e pessoais.

    09. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BOCK, Ana M. B.; FURTADO, Odair e TEIXEIRA, M. L. T. Capitulo 21: a escolha de uma profissão. In: BOCK, A. M. B.; FURTADO, O. e TEIXEIRA, M. L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13ed. São Paulo: Saraiva, 1999. p. 307-329.
    BOCK, Silvio Duarte. Capítulo 14: Trabalho e profissão. In: CONSELHO Regional de Psicologia e Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo. Psicologia no ensino de 2º grau - uma proposta emancipadora. São Paulo: Edicon, 1986.
    BOCK, Silvio Duarte. Orientação Profissional: avaliação de uma proposta de trabalho na avaliação sócio-histórica. (tese de mestrado) Campinas, S.P.: s.n., 2001.
    BOHOSLAVSKY, Rodolfo. Orientação Vocacional: a estratégia clínica. São Paulo: Martins Fontes, 1977
    FERRETTI, Celso João. Uma Nova Proposta de Orientação Profissional. São Paulo: Cortez/ Autores Associados, 1988
    ______. Opção Trabalho: trajetórias ocupacionais de trabalhadores das classes subalternas. São Paulo:Cortez/Autores Associados, 1988 a.
    GEMELLI, Agostino. Orientação Profissional. Rio de Janeiro: Livro Íbero-Americano. 1963.
    OJER, Luís. Orientação Profissional. Buenos Aires: Editorial Kapelisz. 1965.
    OLIVEIRA, Marta Kohl. Vygotsky Aprendizagem e Desenvolvimento - um processo sócio-histórico.São Paulo: Scipione, 1997
    VYGOTSKY, L. S. .Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1993
    ______. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991, 4º edição

    Grupo: 

  • Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo 

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Entrevista

Temos aqui uma entrevista com uma adolescente de 14 anos, estruturada e autorizada pelos responsáveis para que fosse publicada, foto e conteúdo escrito.

Entrevista

Nome: PALOMA P. PONTES.

Idade: 14 anos

Sexo: Feminino

Série: 7ª / 8º ANO

Endereço: Rua Costureira Maria Rodrigues Alves, Nº 62 - Gramame

Filiação: Josiel Barbosa de Oliveira

                 Maria Cristina de Luna Souza

Ordem de nascimento: Primeira filha

Profissão dos pais: Mãe; Do lar

                                     Pai; Mecânico (Separado da Mãe)

Disciplinas mais aderentes: Artes e Historia

Disciplinas indesejadas: Português e Ensino Religioso

Nome da Escola: Escola Municipal Jornalista Raimundo Nonato Batista

Participou de alguma orientação profissional: Não

Profissão que pensa no momento seguir: Policial


Grupo:  

Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

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ESTABELECENDO OBJETIVOS

Os passos para estabelecer objetivos

VOCÊ É DO TAMANHO DOS SEUS SONHOS?
1º PASSO: Estabelecer objetivos
Objetivos: 
São metas que queremos atingir, que tem muita valência.

Objetivo a curto prazo: de 6 meses a 1 ano
Objetivo a médio prazo: de 1 ano a 5 anos
Objetivo a longo prazo: de 5 anos em diante.

2º PASSO: Distinguir detalhadamente cada objetivo

Deve-se destacar os desafios e pré-requisitos para se poder alcançar cada objetivo:
É importante colocar datas e as ações que devemos realizar.
Deve ser feito como um planejamento estátegico.

3º PASSO: Descrever detalhadamente cada objetivo

Descrevendo detalhadamente cada objetivo de longo prazo

Objetivos/  Analise de Mercado/  Pontos fortes / Pontos a se desenvolver / Prazo

OBJETIVOS PROFISSIONAIS

A longo prazo

aqui se estabelecem metas mais abstratas e longínquas, mas também mais ambiciosas. Falamos de metas que requerem mais tempo e um maior planeamento, como por exemplo:

criar o seu próprio negócio, ser promovido para uma determinada posição, etc.

PORQUE SÃO IMPORTANTES?

Nenhum profissional de sucesso chegou lá (ao sucesso) por acaso. Além do trabalho árduo e provavelmente uma boa dose de sorte no percurso, todos têm em comum o facto de terem também objetivos profissionais bem definidos (tanto a curto como a longo prazo).

Tenha sempre em mente, que estes objetivos são apenas uma linha orientadora e que não é possível planear detalhadamente a sua carreira.Nenhum objetivo (seja ele a curto ou longo prazo) deve ser fechado já que a sua carreira está sujeita a eventuais mudanças e, caso aconteçam, deve estar preparado para moldar os seus objetivos e o rumo da sua carreira (caso seja esse o caso) e aproveitar as oportunidades que lhe possam surgir pela frente.

Aqui estão alguns objetivos a longo prazo:

  • Conclusão do Ensino Médio
  • estudar com maior entusiasmo para suprir as deficiência do ensino público.
  • Capacitação em curso técnicos 
  • para primeiro emprego- Investir em auto desenvolvimento; capacitação; estudos; cursos e palestras; ilustra nosso primeiro exemplo de objetivo profissional. Esta meta além de importante é essencial ao crescimento na carreira . isso, é necessário planejar bem o negócio, adquirir e dominar conhecimentos relativos à gestão de pessoas, processos, finanças e negócios.
  • Fazer uma faculdade de Psicologia- Gosto de ler e história, tenho muito apego com crianças e adoro cuidar de minha vó, o salario não é alto, mais procuro ser feliz e realização profissional e pessoal.

  • Descrevendo detalhadamente cada objetivo de longo prazo


  • Analise de Mercado 

  • O mercado é amplo e está crescendo, 

  • Escolas, Industrias e clínicas

  • É a profissão que cresce no Brasil 

  • Concursos públicos 

  • Consultorias 

  • Pontos fortes 

  • Em crescimento 

  • Novos campos

  • Valorização em alta 

  • Remuneração em alta



  •  Pontos a se desenvolver

  • Fazer uma boa graduação. 

  • Participar em congressos 

  • Melhor Capacitação / atenção ao meio inserida

  • Licenciatura / Bacharelado  " Tem quer gostar do que faz "

PRAZO =    5 ANOS


Veja também:

  • 5 Dicas para atingir os objetivos profissionais
  • Objetivos profissionais no Curriculum: como apresentar?
  • Como definir objetivos de carreira?
  • Metas profissionais para 2023: quais são as suas?
  • 3 Dicas para atingir os objetivos e metas
  • 8 dicas para controlar a ansiedade no trabalho
  • 7 dicas para ser feliz e bem sucedido

FICA A DICA: 

COMECE ESTABELECENDO METAS CURTAS COM DATAS  FIXAS, ACOMPANHE RIGOROSAMENTE OS RESULTADOS ALCANÇADOS. E ASSIM DETERMINE O PRÓXIMO OBJETIVO. 

https://www.e-konomista.pt/artigo/objetivos-profissionais-a-curto-e-longo-prazo/

  • Grupo: Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

  • https://psicologia-na-alma6.webnode.com

Alguns dos Possíveis Temas Para o Enem 2018

O sistema prisional brasileiro e seus efeitos no século XXI. 
A igualdade de gêneros em discussão no século XXI
A importância da reivindicação pela saúde pública no Brasil
Os limites da liberdade de expressão no mundo contemporâneo
A prática do bulling nas escolas do brasil
Desastres ambientais - Qual o preço do desenvolvimento?
A família contemporânea e a sua representação em questão no Brasil
Dengue, Chikungunya, Zika - por que o Brasil não consegue acabar com o Aedes Aegypti?
As manifestações de violência dentro dos estádios de futebol
A questão do índio no Brasil contemporâneo
Alimentação irregular e obesidade no Brasil
O suicido entre jovens brasileiros - Como enfrentar esse problema?
Os desafios da educação universitária no Brasil
A violência na escola em questão no Brasil
O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
A questão das drogas como desafio mundial
A democratização do acesso à cultura em questão no Brasil
Os desafios no uso das novas tecnologias em salas de aula
O papel da polícia no Brasil do século XXl.
O valor da educação nas transformações sociais do Brasil
Os ricos da crise de representatividade
Mobilidade urbana no século XXI: o ir e vir em questão na sociedade brasileira
A inclusão social do deficiente físico em questão no Brasil
Os efeitos do uso de substâncias estimulantes no século XXl

As redes sociais como meio de ativismo. 

O sistema prisional brasileiro e seus efeitos no século XXI. 

O Brasil é o quarto país do mundo em número de presos e o único desses quatro em que o número só aumenta. Em 1990, o país tinha 90 mil presos. Hoje são 607 mil. "Banalizou-se o uso de prisões", disse Valdirene Daufemback, diretora de Políticas Penitenciárias do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça. Para ela, a finalidade do sistema prisional deveria ser a inclusão social dos presos. Ela manifestou preocupação principalmente em relação ao aumento do número de mulheres presas, que é de 567% desde o ano 2000. A maioria das presas foi presa por tráfico de drogas. Segundo a diretora, a prisão das mulheres desestrutura famílias inteiras, o que facilita a reprodução das condições que resultam no aumento da criminalidade. O advogado Gustavo do Vale Rocha, conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público, apontou outro fator responsável pelo índice de criminalidade no país, ao mesmo tempo em que complica a gestão do sistema prisional: o número de presos que não deveria estar nas prisões. Dos mais de 600 mil detentos do país, 40% são presos provisórios, ou seja, estão aguardando julgamento. E 40% destes devem ser condenados a regime aberto ou absolvido. A pena não pode ser um simples instrumento de punição para o delito praticado e sim um instrumento para que o preso busque uma reabilitação e volte a sociedade com outros valores e de um modo geral amparado e resguardado pelo estado afim de reestrutura-lo para que tenha uma vida digna. É importante enfatizar a importância do Estado e da sociedade na ressocialização do preso, exige-se que o Estado adote medidas que deem assistência ao preso e ao internado reorientando no seu retorno a sociedade. Nosso objetivo é proporcionar um entendimento da situação real do sistema prisional brasileiro e buscar uma compreensão, para que a sociedade possa entender a função social da pena que não é apenas uma punição ao condenado pelo ato ilícito praticado, mas sim uma questão de proteção jurídica e social de grande importância para o individuo que busca se recuperar do seu erro, evitando assim sua reincidência.

THOMPSON, AUGUSTO. (1980). A questão da penitenciária. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense.

A igualdade de gêneros em discussão no século XXI

 "A história da humanidade é a história da luta..." entre os gêneros. Adaptando a famosa frase de Karl Marx, chegamos a um dos maiores obstáculos para a construção de uma sociedade justa e igualitária: a desigualdade entre homens e mulheres. A diferença salarial, o estigma de sexo frágil, a expectativa social a qual são submetidas e o machismo do cotidiano são problemas enfrentados por milhares de mulheres ao redor do mundo. Destacando ainda que a população feminina não é a única prejudicada: a comunidade LGBT(lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) também sofre com a estereótipo causada pela desigualdade. 

Imagine, então, o poder de um pensamento que diz que isso pode e deve ser modificado. Isso fere violentamente uma ordem patriarcal que beneficia uma porção de gente. Essas pessoas se colocam contra a discussão de gênero e tratam de satanizar o discurso. Elas não entendem como uma questão de direito das meninas e mulheres a se desenvolverem plenamente. Distorcem a discussão e ainda dizem que estão fazendo isso em nome da família, em nome de Deus.

Aí cabem outras perguntas: que família é essa que essas pessoas estão defendendo? Existe um único modelo de família? Elas defendem que o único modelo de família é homem, mulher e criança, excluindo as demais formações familiares. As pessoas têm muito medo do feminismo, dos movimentos emancipatórios das mulheres, dessa nova ordem social em que mulheres e homens possam viver em igualdade.

De modo geral, um bom exercício para as famílias considerando a igualdade de gênero é pensar sobre as expectativas que temos em relação a essas crianças: no que esperamos que elas sejam boas, onde gostaríamos que elas atuassem. É preciso questionar se não estamos levando estereótipos adiante. O ideal é que todos que cuidam dessa criança operem nesse senso de justiça, possibilitando a reflexão, análise e desconstrução das normas presentes na sociedade".

Saiba Mais:

Termos "gênero", "orientação sexual" e "educação sexual" são retirados do PME de São Paulo  

A importância da reivindicação pela saúde pública no Brasil

O Sus, sistema Único de Saúde foi criado pelo governo, tendo como objetivo ajudar na necessidade dos cidadãos na saúde e que tenham seus direitos concretizados. Por outro lado a criação desse sistema não vem beneficiando a todos, e consequentemente, aumenta-se casos de pessoas que morreram, em filas de hospitais, na procura de atendimento médico. A saúde pública está tendo uma triste realidade e, se tornando um "bicho papão" na vida dos brasileiros. Para mostrar a indignação, a sociedade deveria se organizando e, assim, fazendo reivindicações nas ruas, como resultado para chamar atenção do governo e da mídia. O propósito desse protesto é revelar a insatisfação da população, e que querem seus direitos e impostos administrados de forma justa para todos. Portanto, o governo não vem mostrando sinais que pretende ampliar o sistema do Sus, e criar outros projetos no atendimento na saúde pública. Dessa forma a participação da sociedade é essencial, caso desejam indicar as condições na solução dos problemas encontrados no sistema, então, não pode para as reivindicações populacionais, enquanto estiverem inibindo seus direitos de cidadãos . Além do mais a colaboração do Estado, é fundamental para impulsionar as melhorias no Sus e na criação de outros sistemas no Brasil.

Temos a saúde um direito garantido constitucionalmente, por isso não devemos ficar parados com a tal pouca importância de nossos políticos para com nossos hospitais, postos de saúde, maternidades e tudo aquilo que envolve saúde publica, devemos nos manifestar contra a precariedade de nossos leitos hospitalares e também impedir que os pacientes continuem sendo tratados e mantidos desumanamente nos hospitais.

O Estado deve fiscalizar o sistema de saúde, pois com um certo controle o direito a uma boa saúde publica seja cumprido, e também para que as condições de trabalho dos funcionários desde os faxineiros até aos médicos seja boa, pois com melhores condições de trabalho melhor será o atendimento.

Não devemos nos orgulhar do nosso atual sistema de saúde e daqueles que os controlam, porque infelizmente ambos não estão honrando com seu devido papel, pois estão deixando nossa saúde ir por água abaixo, e consequentemente abandonando a população, deixando-as desamparadas.

Para que nossa realidade mude é muito importante que a população brasileira continue a reivindicar melhores condições de saúde, começando a pensar e a escolher melhor quem eles colocam no poder, para que no futuro não precisem reclamar de nossa saúde.

Estudo dirigido sobre diagnóstico da Orientação Profissional 


1) De acordo com o texto, em que consiste o primeiro diagnóstico da Orientação Profissional? O primeiro diagnóstico consiste em responder a duas perguntas: "Quem é esta pessoa?", "Que acontece com ela?" Por tanto o primeiro diagnóstico surge um prognostico relativo à orientação e é através dele que o psicólogo poderá formular uma estratégia relativa à tarefa que empreenderão juntos. 

2) Como é estabelecido  o contrato na Orientação Profissional? A realização do contrato ocorre na explicitação do psicólogo sobre a estratégia ou projeto de trabalho em comum que constitui o conjunto de instruções, e este, junto com a fixação de extensão, horários, honorários e papeis estabelecido nesse trabalho em comum, ao final da sessão estabelece e ambos assinam o contrato.

3) De acordo com o texto qual a definição de identidade vocacional? É a "auto percepção, elaboração ao longo da vida do sujeito, em termos de trabalho ou de estudos" donde os "problemas" de orientação vocacional refletirem obstáculos não superados durante seu desenvolvimentos e que sua gênese, interativa com o desenvolvimento da identidade pessoal, compreendia processos que a psicologia havia analisando sob conceitos de gênese do ideal do ego..

4) Quais os critérios são utilizados para elaboração do diagnóstico? Disserte-os: a) Manejo do tempo; b) Momento em que o jovem se situa quanto ao processo de decisão; c) Ansiedade predominante; d) Careiras como objeto e suas características; e) Identificações predominantes; F) Situações que o adolescente atravessa; g) Fantasias de resolução; h) Deuteroescolha.

Manejo do tempo - no caso da problemática vocacional, torna-se significativo o tipo de manejo de tempo feito pelos adolescentes. Suas colocações podem entrar-se no presente, no passado ou no futuro, ou em vários sentidos. Sendo assim, a dimensão temporal pode ser "estirada" ou "encolhida", para dizê-lo de algum modo. Em ambos os casos, pode se dar uma maior ou menor adequação ao tempo real. E é importante detectar este fato, pois toda escolha implica um projeto, e um projeto nada mais é do que uma estrateia no tempo.

Momento em que o jovem se situa - Entendemos, por momento, as operações que caracterizam a elaboração do comportamento de mudanças. Há três momentos: o de seleção, o de escolha e o de decisão. O momento de seleção é o que coloca em joo a função ( do ego) de discriminação. Discriminam-se tanto objetos externos e internos. O momento da escolha - implica não só um reconhecimento seletivo, como no anterior, mas também o estabelecimento de vínculos diferenciais com os objetos. Neste momento, acha-se comprometida a função do ego quanto a capacidade de estabelecer relação satisfatórias e relativamente estáveis com os objetos. O momento de decisão - Compromete um projeto de prazo relativamente extenso, e portanto, componentes de ação ligados a função ( do ego) de regulagem e controle dos impulsos. Um sujeito pode escolher a mesma careira em dois momentos diferentes e sua decisão ser "boa" num deles e "má" no outro, de acordo com a concomitante elaboração de luto implicada.

Ansiedade predominantes - Toda primeira entrevista constitui uma situação nova, desencadeadora no entrevistado ansioso, a classificação dos tipos de ansiedade, deriva da psicanalise argentina, em confusa, persecutória e depressiva. Segundo suas manifestações clínicas; a) Referentes à autoimagem ( impotência, onipotência, dependência, etc. b) Referentes ao futuro (medo do fracasso, aborrecimento, aborrecimento, inveja, mediocridade, rivalidade, erros, exercícios da profissão, etc. c) Referentes à vida Universitária (ser superexigido, não conseguir submeter-se ao trote, considerado como rito de iniciação, etc; d) Referindo a escola secundária 9 desvalorização; não por descriminação, matéria - professor, matéria - faculdade, matéria - profissão, etc.

Carreira como objeto - As carreiras constituem o que seu comportamento de opção. Neste sentido, as carreiras podem ser analisadas como objetos do comportamento do adolescente, tanto no presente como no futuro.

Identificação predominantes - Trata-se de comportamentos de conhecimento e reconhecimento ( nas duas opções do termo) da situação de oportunidade que esta vivendo.

Situações que o adolescente atravessa - O conflito manifesta-se em toda opção, como uma duvida que é necessário resolver diante disto o adolescente passa por quatro situações descritos como: predilemática, dilemática, problemática ou de resolução.

Fantasias de resolução - Aquilo que, num contexto terapeutivo, designa com "fantasias de cura" (Ulla, op. Cit). Para decidir o adolescente pode buscar situações: A) Liberdade e a dos vínculos de dependência; b) Apoio - colocações indiretas sobre a própria pessoa; c)  Permissão - aceitação melhor de um contrato cooperativo com o psicológico. 

Deuteroescolha - processo de como escolheu escolher ou o que emitir, como escolher enfrentar uma nova situação.

5) Qual a importância dos testes psicológicos para a Orientação Profissional e quais os cuidados são apontados pelo texto em relação ao manejo? A boa utilização dos testes supõe não só que se conheça seus fundamentos teóricos e sua característica de realidade e fidelidade, mas também que se saiba para que são aplicados. Por tanto, é conveniente destacar que não existe teste de Orientação Profissional. Existem, sim testes que podem desempenhar uma função valiosa, que permitem ao psicólogo proporcionar aspectos mais ou menos específicos da personalidade do sujeito.

6) Quais são as principais testes que podem ser usados na clínica no processo de Orientação Profissional?

Wech; Phillipson. TAT; Desiderativo; Par; Trio ou Família (segundo o caso); minhas Mão; Kuder; DAT.


ETAPAS DA ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL

a) Entrevista diagnóstica

b) Autocohecimento

c) Explorar possibilidades

d) Busca de informações

e) Projeto de vida

Grupo: Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

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A entrevista de orientação profissional

O ROTEIRO ADOTADO PELO PSICÓLOGO É O SEGUINTE

1- Interesses profissionais;  Que tipo de atividade profissional você gostaria de fazer

2. Interesses gerais; O que já fez ou está fazendo tem aluma importância? 

3. Vida escolar;  Este tópico é de máxima importância, tem vontade de continuar seu estudos, ou se pretende                                                     abandoná-los, para se dedicar a uma ocupação. 

4. Vida social; É preciso deixar bem claro se o orientando gosta, ou não, do convívio social, se tem algum problema de                                 ajustamento ou conflito nessa esfera. 

5. Vida familiar; Neste aspecto nos interessa a constituição da família, o conhecimento de cada membro de per si, suas                                   opiniões e relações para com o orientando. 

6. Anamnese do orientando; Ê interessante sondar o desenvolvimento físico, o tem conhecimento de sua gestação a                                                               aceitação que o orientando tenha de seu aparência e, principalmente, de seu rosto. 

7. Autoconceito; Pergunta-se se sente algum problema íntimo, se é ou se se considera feliz, se está vivendo alguma s                                       situação de conflito. 

8. Vida religiosa; Se o orientando tem religião, se a aceita, ou se tem algum problema a tal respeito; se é praticante ou                                       não. 

9. Vida sexual; Pergunta-se se teve orientação, se já teve, ou não, relações, se tem problemas, ou alguma dúvida,                                            podendo ser conversado em outro momento. 

10. Vida econômica; Procuramos averiguar como o jovem utiliza seu dinheiro, se é estróina ou usurário, ou se sabe                                                 viver econômicamente, segundo as possibilidades. 

11. Prospecções; Finalizando a entrevista, procuramos sentir as aspirações do orientando, suas expectativas e                                                   desejos. Sugerimos que faça um retrospecto da entrevista e que verifique se tem havido falha na                                               mesma. Chamamos atenção que a seqüência não deve ser rígida, e sim, a mais oportuna, de acordo                                         com as associações de assuntos que se fizerem presente.

12. Fale sobre dinheiro:

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Fazendo a Entrevista de Orientação Psicológica

Grupo: Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

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1-Anamnese

a) O que você sabe sobre sua gestação: parto? Segundo minha mãe, minha gestação foi tranquila e durou nove meses e uma semana, o nascimento foi um difícil pra ela, pois se deu casa sem os recursos de hospital.

b) Você já teve alguma doença: psiquica? Não mas tenho uma que de depressão maior.

c) Seu organismo aceita todo tipo de alimentos? Não, tenho aleria aos derivados do leite.

d) Você já teve algum acidente? Sim, já fui atropelado e fique um tempo com amnesia.

e) Já fez algum procedimento operatório? Sim, retirei a vesícula.

f) Você possui algum vício ou já possui? Sim, bebo socialmente e já fumei muito.

g) Você tem algum "tics"? Não.

h) Como é sua alimentação? Como de tudo.

i) Como é suas noite de sono? Mal dormidas.

j) Conte-me como é sua rotina diária? Saiu as 7 horas da manhã  e a Faculdade, saindo da Faculdade vou para o trabalho chegando em casa por volta das 22 horas.

3-Vida Social

a) Quais são os lugares que você frequenta? Cinema e praia, quando o tempo está claro.

b) Gostaria de ter filhos?  Sim

c) O que você gosta de fazer? Trabalhar e passear.

d) Você tem poucos ou muitos amigos? Poucos

e) Como você se relaciona com o sexo oposto? Gosto homem carinhosos

6- Interesse gerais

a) Vendedor - Já vendo bijuterias

b) Secretária, trabalharia de secretária

c) Pedreiro - Não

d) Futebol - Não seria jogadora de futebol

e) Cinema - Seria uma atriz

8-Vida Econômica

a) Qual a importância do dinheiro pra você? O dinheiro é muito importante mais não é tudo.

b) Qual percentual de gasto de seu salário? Gato tudo.

c) Você consegue economizar algum dinheiro? Não

d) Quais produtos você compra mais? Maquiagem e perfumes

e) Como era sua vida antes do primeiro salário? Meu me dava uma mesada de 200,00 reais.

10-Vida Religiosa

a) Qual é sua religião? Católica 

b) Gostaria de mudar sua religião? Sim, para evangelica

c) O que fez você optar por esta religião?  Minha família é toda católica, talvez tenha alguma influência.

d) Você é praticante? Vou a igreja de vez em quando.

e) Qual seu conceito das outras religiões? Reipeito todas

f) Qual a religião dos seus pais? Católica

2-Vida Família


a) Como é constituída sua família? Tenho duas irmã e um irmão

b) Como é o relacionamento com sua família: Pais e irmãos? É boa,  com todos só meu padrastro que fica bravo quando chego tarde.

c) Qual a profissão dos seus pais ou responsável? Meu pai é vigilante e minha mãe dona de casa.

d) Qual a rotina diária da família? Meu trabalha de segunda a sábado, minha mãe toma conta da casa e eu e meus irmão estudamos na parte da tarde.

e) De quanto é a renda familiar? 2.200,00 reais

d) Com quem você de identifica na família? Com minha mãe.

4-Vida Escolar

a) Qual disciplina você mais gosta? História

b) Como é o relacionamento com os seus professores? boa

d) Quantos anos foi retido? Dois anos

e) Você gosta de estuda ou não? Mais ou menos

f) Pretende fazer alguma Faculdade: qual? Sim, Psicologia


5-Interesse Profissionais

a) Engenharia - Não

b) Matemática -Não

c) Ciências contábeis - Não

d) Contabilidade - Não 

e) Arquitetura - Não

f) Psicológia - Sim

g) Serviço social - Sim 

7- Vida sexual

a) Sua vida sexual é ativa? Não

b) Com que frequência você tem relações sexuais? Não tenho

c) Suas relações sexuais são fixas ou aleatórias? Não tenho relações sexuais.

d) Sua vida sexual é fixa ou aleatória? Não tenho

e) Já foi molestada alguma vez? Graças a Deus não

f) Já adquiriu alguma doença sexualmente transmissível: qual? Não

9- Autoconceito

a) Como é seu caráter? Procuro respeita os mais velhos meus professores, sou honesta e odeio injustiça.

b) Você tem algum problema íntimo, timidez, vergonha? Tenho, sou muito tímida.

c) O que te faz feliz? A felicidade do outro.

d) O que te faz infeliz? A probreza

e) Você é comunicativa? Quando conheço a pessoa sim

11-Prospecções

a) Como gostaria que fosse seu futuro? Realizada profissionalmente e financeiramente

b) Quanto gostaria de ganhar? 5.000,00 reais

c) Gostaria de administrar uma industria? Não, gostaria de ter meu negocio. 

d) Como você se ver daqui a dez anos? Professora Univesitária

e) Como gostaria que fosse sua aposentadoria? No sítio com bastante netos.

Aplicação do TDP-Teste das Dinâmicas Profissionais


INSTRUÇÕES
Este inventário tem por objetivo auxiliá-lo no processo de escolha profissional de sua vida. Ele é composto de duas parte.

Parte I

NIVÉIS DE ESCALA:   1- Detesto   2- Gosto pouco  3- Gosto  4- Gosto muito  5- Adoro

Vertical: Bolas brancas - A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L, M

Horizontal: Bolas pretas - A, B, C, D, F, G, H, I, J, L,M


1) O teste  TDP é composto por 144 perguntas com 12 colunas de bolas brancas e 12 linhas de bolas pretas

2) Com orientado aplica-se o teste TDP, esclarecendo os itens propostos e coleta seu nível de escala.

3) Soma-se as bolas brancas com as bolas pretas na vertical e o resultado da soma na vertical será somado com a soma dos números na horizontal.

4) Conclui-se que o maior número entre as somas, corresponde a um dos indicadores profissionais.

Parte II

INSTRUÇÕES

A seguir você encontrará doze grandes áreas abrangendo diferentes atividades que foram selecionadas para participar das dinâmicas profissionais.

Leia, primeiramente, com atenção, as doze diferentes Área.

Após a leitura, escolha aquela que são mais do seu agrado, de cuja dinâmica profissional você gostaria de participar, colocando no quadrado correspondente à mesma, o número 1 para a que mais gosta, 2 para a segunda, 3 para a terceira e assim por diante até chegar à ultima (12), a que você tem menor preferência.

Você só poderá aprofundar sua dinâmica profissional em alguns grupos, normalmente, nos três primeiros; portanto, escolha, criteriosamente, com bastante atenção, as áreas de sua preferência.

(    ) Área das atividades exercidas, na maior parte do tempo, em recintos abertos, ao ar livre e em contato com a natureza. Geralmente, atividades relacionadas com aninais, vegetais, minerais, exercícios físicos e práticas esportivas.

(  ) Área das atividades com máquinas, ferramentas e instrumentos, em recintos fechados ou abertos, relacionadas com industria, hospitais, eletricidade, rádio, navegação aérea, terrestre ou marítima. Exigem habilidades e destreza manual envolvendo certa técnica na sua execução.

(    ) Área com atividade com cálculos e números; pessoa que gosta de trabalhar com informação, portadora de habilidades numéricas e administrativa,  que examina as tarefas e trabalhos detalhadamente, seguindo as instruções de cada atividade com precisão.

( 3 ) Área das atividades cientificas que envolvam pesquisas sistemáticas referentes a novas descobertas e a solução de problemas; pessoa que gosta de observar, aprender, investigar, analisar, avaliar e resolver problemas.

(  ) Área das atividade persuasivas de contato e relacionamento humano, como em promoção de projetos e vendas; pessoa que gosta de trabalhar para firmas e para gente influente, persuadindo, liderando, atuando ou gerenciando projetos.

(   ) Área das atividades artísticas, trabalhos manuais criadores, envolvendo desenhos, cores, material plástico; pessoa que tem habilidade artística, capacidade de julgamento estético,inovadora ou intuitivas, gostando, de trabalhar em situações não convencionais, usando sua imaginação e criatividade.

(   ) Área das atividades literárias ou relacionadas com leitura e criação literária, tais como teatro, jornalismo, romance, poesia, literatura.

(   ) Área das atividades musicais tais como; assistir concertos, cantar e ler sobre música e músicos, tocar instrumentos, participar de conjuntos musicais, de coral. 

( 1 ) Área das atividades em serviço social em ações destinadas a auxiliar outras pessoas trabalhando com intercambio de informações, divertindo, ajudando, treinado, desenvolvendo ou curando outras pessoas.

(   ) Área das atividades de administração e escritório, em recinto fechado, que exige exatidão e precisão com cálculos, máquinas e instrumentos.

(  2 ) Área das atividades que envolvam contato direto com pessoas, no sentido de cuidá-las, assisti-las e orientá-las espiritualmente, com o auxílio da religião.

(    ) Área das atividades que envolvam capacidade de comando, sendo necessário uma adaptação à vida e  grupo e aceitação de disciplina.

RESULTADO

A MAIOR PONTUAÇÃO OBTIDA PELA PREFERÊNCIA DA ADOLESCENTE NO TDP, FOI A DE  NUMERO 60.

AS TRÊS  PRIMEIRA ÁREA DE PREFERÊNCIA PELA ADOLESCENTE FORAM:

( 1 ) Área das atividades em serviço social em ações destinadas a auxiliar outras pessoas trabalhando com intercambio de informações, divertindo, ajudando, treinado, desenvolvendo ou curando outras pessoas.

( 2 ) Área das atividades que envolvam contato direto com pessoas, no sentido de cuidá-las, assisti-las e orientá-las espiritualmente, com o auxílio da religião.

( 3 ) Área das atividades cientificas que envolvam pesquisas sistemáticas referentes a novas descobertas e a solução de problemas; pessoa que gosta de observar, aprender, investigar, analisar, avaliar e resolver problemas.

Conclusão

Levando em consideração os testes aplicado como: a entrevista realizada, o genoprofissiograma e o teste de dinâmicas profissionais com a adolescente, podemos dizer que esta pessoa tem uma tendencia a seguir uma das profissões no campo das humanas. Como: Serviço Social, Psicologia ou Sociologia.


Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

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Resumo contextualizado dos textos

Grupo:

Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

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A identidade profissional do orientador vocacional

Psicólogos Argentinos em 1963, apresentaram um trabalho que pode ser considerado o primeiro documento público onde declara quais são as necessidades e os esquemas referencias que se manipula o profissional; qual é, enfim, a concepção de mundo, explicito ou explicita, que motiva suas atitudes diante de determinados fenômenos, sua escala de valores, que se reflete em seu modo particular de agir sobre a realidade."A técnica não só exclui a sensibilidade, como autoriza e a coloca em liberdade" ( J  COPEAU ). Sendo assim tentaremos explicar a concepção do mundo que determina as atitudes do orientador vocacional para seu trabalho, ou melhor explicar a concepção que o orientador vocacional tem do seu mundo interno e a influência desta sobre  sua tarefa.  "Aplicar um tratamento sem um esquema conceitual é como tatear na escuridão. A principio pode ser divertido, mas logo conduz a uma angustia  e desorganização crescente" ( Ackeman ). A primeira hipótese sobre estas questões é que a escolha realizada por um adolescente reatualiza, no orientador, suas próprias escolhas ocupacionais e seus lutos pessoais aliados a elas. Neste sentido, ser psicólogo implica, deixar de ser qualquer outra coisa, isto é, supõe renunciar a qualquer outra profissão. É ser um psicólogo que se dedica ao campo da orientação vocacional supõe-se renunciar, total ou parcialmente, a outros campos de trabalho dentro da psicologia. Sendo assim, nas mais diversas situações, não é o tipo de conflito pessoal, que o orientador tenha a respeito de suas próprias escolhas, que converte num obstáculos ou numa vantagem para a sua tarefa, mas o grau de clareza com que o percebe.

Prática em orientação profissional

A organização dos orientadores profissionais no Brasil teve inicio recentemente, em 1993, com a criação da Associação Brasileira de Orientação Profissional (ABOP),  visando criar um espaço de encontro entre práticos e pesquisadores da área e, ainda formar, produzir e divulgar o conhecimento no âmbito local, regional e nacional. Os estudos sobre escolha vocacional examinam, predominantemente, fatores que efetuam a escolha de uma ocupação por adolescentes e adultos, a etnia, orientação sexual, valores no trabalho, interesses ou família (Fouad,1994). A despeito das experiências mencionadas a implantação de serviços de Orientação Profissional no Brasil ainda não foi suficientemente introduzida. Frente a demanda existente as iniciativas públicas de Orientação Profissional em diversos países como por exemplo, França, Alemanha e Canadá. A formação de profissionais competente e credenciados é limitada. Nem todos os cursos de psicologia oferecem a disciplina de Orientação Profissional (obrigatória, optativa e ou/ estágio Profissionalizante) em sua grade curricular. Entretanto, a Lei Federal 4119 de 27/08/1962 dispõe sobre os cursos de formação em psicologia e regulamenta a profissão de psicologo, estabelecido em seu artigo 4 que uma das funções do psicólogo consiste em utilizar métodos psicológicos com o objetivo de Orientação e seleção Profissional (Brasil,1962). Conclui-se que são necessários politicas públicas que viabilizam a capacitação do profissional, assim como, a implementação, manutenção e avaliação de projetos de Orientação Profissional em escolas, das ações com grupos específicos da população.

APLICAÇÃO DO TESTE DE ESTRESSE

Grupo: Ednardo Serafim, Estella, João Hermano, Luciano Melo

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Este teste PODE avaliar se possui algum sintoma de Estresse ou até mesmo se está propenso a esse. Assinale os item que possam ser um sintoma verificando sua incidência e consultando posteriormente a tabela de resultados.

Sua evolução se dá em três fases: ALERTA, RESISTÊNCIA E EXAUSTÃO.

FASE I - ALERTA (Alarme)

É a fase de contato com a fonte de estresse, com suas sensações típicas na qual o organismo perde o seu equilíbrio e se prepara para enfrentar a situação estabelecida em função de sua adaptação. São sensações desagradáveis, fornecendo condições para a reação à estas sendo fundamentais para a sobrevivência do individuo. Para identificá-la, assinale no interior dos parenteses os sintomas que tem experimentado nas ÚLTIMAS 24 HORA:

(   ) Mãos e / ou pés frios

(   ) Boca seca

(  X  ) Nó ou dor no estomago

(   ) Aumento de sudorese (muito suor)

(   ) tensão muscular ( dores nas costas, pescoço, ombros

(   ) Aperto na mandíbula/ranger de dentes, ou roer unhas ou ponta e caneta

(   ) Diarreia passageira

(   X  ) Insônia, dificuldade de dormir

(  X ) Taquicardia ( batimentos acelerados do coração.

(   X  ) Respiração ofegante, entrecortada

(  ) Hipertensão súbita e passageira ( pressão alta e passageira) 

(     ) Mudança de apetite 

(     ) Aumento súbito de motivação

(     ) Entusismo súbito

(   ) Vontade Súbita de iniciar novos projetos

ALERTA - Na ocorrência de 7 (SETE) ou mais itens na FASE I

FASE II - Resistência (luta)

Fase intermediária em que o organismo procura o retorno ao equilíbrio. Apresenta-se desgastante, com esquecimento, cansativa e duvidosa. Pode ocorrer e consequente reequilíbrio e harmonia ou evoluir para a próxima fase em consequência de não adaptação e/ou eliminação da fonte de estresse.

Para identificá-la assinale no interior dos parenteses, os sintomas que tem experimentado no ÚLTIMO MÊS:

( ) Problemas com a memória, esquecimentos

(    ) Mal-estar generalizado, sem causa especifica 

(     ) Formigamento nas extremidades (pés ou mãos)

(      ) Sensação de desgaste físico constante

(      ) Mudança de apetite

( ) Aparecimento de problemas dermatológicos ( pele)

(    ) Hipertensão arterial (pressão alta)

(  x  ) Cansaço Constante

(  x  ) Aparecimento de gastrite prolongada (queimação no estômago, azia)

(    ) Tontura, sensação de estar flutuando

( x ) Sensibilidade emotiva excessiva emociona-se por qualquer coisa.

(      ) Dúvidas quanto a si próprio

(    )  Pensamento contante sobre um só assunto

(      ) Irritabilidade excessiva 

(    ) Diminuição da libido (desejo sexual diminuído)

RESISTÊNCIA - Na ocorrência de 4 (quatro) ou mais dos itens na fase II.

FASE III - Exaustão (esgotamento)

Fase "critica e perigosa" , ocorrendo uma espécie de retorno a primeira fase, porém agravada e com comprometimentos físicos em formas de doenças.

Para identificá-la assinale no interior dos parenteses, os sintomas que tem experimentado nos ÚLTIMOS 3 (TRÊS) MESES.

(     ) Diarreia frequentes

(    ) Dificuldades sexuais

(    ) Formigamentos nas extremidades (mãos e pés)

(   X  ) Insônia

(    )Tiques nervosos

(    )  Hipertensão arterial confirmada

(    ) Problemas dermatológicos prologados (pele)

(     ) Mudança de estrema de apetite

(     ) Taquicardia (  batimento acelerado do  coração)

(     ) Tontura frequente

(    ) Ulcera 

(    ) Impossibilidade de trabalhar

(    )  Pesadelos

(    ) Sensação de incompetência em todas as áreas

(    ) Vontade de fugir de tudo

(     ) Apatia, vontade de nada fazer, depressão ou raiva prolongada.

(     ) Cansaço excessivo

(     ) Pensamento constante sobre um mesmo assunto

(    X ) Irritabilidade sem causa aparente

(       ) Angustia ou ansiedade diária 

(   X    )  Hipersensibilidade emotiva

(       ) Perda do senso de humor

EXAUSTÃO - Na ocorrência de 9 (nove) ou mais itens na fase III.

Aplicação do Genoprofissiograma

FAMÍLIA PATERNA

Bisavós Paternos = José Januário e silvana, os pais do meu avô parteno ele proprietário de um sítio  e ela dona de casa juntos tiveram 6 filhos (2 homens e 4 mulheres). Os tios avós paternos, um era agricultor e o outro era fazendeiro enquanto as tias avós tinha professor, e donas de casa. Tinha os pais da minha avó materna eram João gino e Severina Maria da Conceição ele administrador e ela psicologa. juntos tiveram 4 filhos (2 homem e 2 mulheres), Vaqueiro e agricultor e donas de casas respectivamente, todos já falecidos.

Avô paternos = Vicente Virgínio  e Joyce Aparecida ele tratorista e ela cozinheira juntos tiveram 7 filho (4 homens e  3 mulheres). Os tios era agricultores tinha formado em serviço social e as mulheres dona de casa uma sendo parteira, todos já falecidos.

O pai  = Josiel Barbosa e Maria Cristina São separado e juntos tiveram 4 filhos (2 homens e  2 mulheres) ele Mecânico e Vigilante e ela do lar, os filhos são menores e estudantes.

FAMÍLIA MATERNA

Bisavós Maternos = Fortunato José  e Maria Francisca ele era Peão e ela era dona de casa juntos tiveram 12 filhos 4 homens onde 1 eram padre e 3 agricultores 8 mulheres destas 2 eram freira uma medica e 5 donas de casa. Os bisavós maternos por parte de avô era João Inácio e Maria Izabel ele era dono de sítio e ela professora, ambos falecidos que tiveram 5 filhos 1 era padre e outro psicologo o restante era agricultor.

Avó materno = Severino Francelino e Anália de Souza ela auxiliar de produção  e ela  chefe de sessão juntos tiveram 6 filhos (2 homem 4 mulheres), 1 era comerciante e o outro era empresario nas mulheres tinha uma médica, uma psicóloga, uma assistente social e uma professora, já falecidos.

A mãe = Maria Cristina e  José Barbosa são separados ambos com outros companheiros ela com um policial e ele com uma merendeira, a  mãe Maria cristina espera um novo filho.

Elaboração do Laudo


LAUDO NA ORIENTAÇAO PROFISSIONAL

7.1. Identificação:

AURISTELA SOUZA, EDNARDO SERAFIM, JOÃO HERMANO E LUCIANO MELO

7.2. Interessado: Disciplina de Orientação Profissional

7.3. Assunto: Orientação Profissional.

7.4. Descrição da demanda em Orientação profissional:

Paloma Pereira Pontes, estudante da Escola Municipal Jornalista Raimundo Nonato Batista, cursando 7ª série ou 8º ano, filha de Joziel Barbosa de Oliveira e Maria Cristina de Luna Souza, sendo muito indecisa, ansiosa e tímida, tendo como objetivo de curto prazo, trabalhar numa profissão que traga recursos para investir na graduação uma vez que sua família é carente, sendo assim, procura escolher a profissão que venha proporcionar sua realização pessoal e profissional no futuro, esperando alcançar os objetivos a longo prazo, pra isso, recorre a um psicólogo a fim de esclarecer as dúvidas sobre as profissões já existentes e as que estão surgindo, como também, informações sobre o mercado de trabalho. 

A orientação profissional é um acompanhamento com uma pessoa especializada geralmente um psicólogo a fim de esclarecer as dúvidas sobre a carreira, como informações sobre o mercado de trabalho e das profissões existente. Todas essas questões devem estar conectadas com a busca pelo autoconhecimento, compreendendo melhor suas preferências, intolerâncias, potencialidades, habilidades e fragilidades. Nesse sentido, a orientação profissional proporciona reflexão e direcionamento e pode ser entendida como um processo de desenvolvimento pessoal e profissional. Durante a orientação profissional, são realizados testes e entrevistas, com o propósito de identificar aspectos que você ainda não havia notado, mas que são fundamentais para auxiliar na hora de definir sua carreira. Sendo assim, é possível fazer uma escolha de forma consciente, baseada nas suas preferências e limitações, o que contribui para maiores chances de sucesso. Este tipo de acompanhamento não é indicado somente para quem está saindo da escola e iniciando a busca profissional. Ele também é recomendado para as pessoas que estão insatisfeitas com o atual emprego, que querem mudar de área ou até mesmo para aqueles que desejam progredir na mesma carreira. Existem orientações, inclusive, para quem está na fase de aposentadoria. Nunca é tarde para se descobrir. Uma coisa é certa: esse tipo de orientação serve para descomplicar a tomada de decisão. A adolescência é uma fase da vida marcada pelas diversas mudanças, incluindo as transformações físicas, biológicas e psicológicas. É também uma etapa de decisões complexas e, é nesse contexto, que surgem vários questionamentos. Devo escolher uma profissão pensando no que me dá prazer ou nas recompensas financeiras? Se eu não gostar do curso escolhido, é fácil mudar depois? Devo deixar meus pais influenciarem na minha escolha?

Em meio a tantas dúvidas e indecisões, a orientação profissional apresenta-se como uma saída para solucionar esses conflitos pessoais. Ela é muito importante para ajudar o indivíduo a conhecer melhor suas habilidades e interesses e, dessa forma, conseguir associá-los às oportunidades profissionais. Por outro lado, é bom destacar que a escolha não precisa ser para a vida toda. As pessoas podem se redescobrir e mudar de carreira ao longo da vida. Nesse momento, a orientação também é essencial para auxiliar na reflexão dos novos propósitos e oportunidades. O benefício mais importante da orientação profissional é o desenvolvimento do autoconhecimento. Quando nos conhecemos profundamente, é possível observar o que impacta os nossos sentimentos e, assim, conseguimos reagir melhor às diversas situações a que estamos expostos. Além disso, aprendemos a valorizar as nossas próprias habilidades e competências, o que auxilia na descoberta da nossa vocação pessoal e profissional. Esse acompanhamento também é vantajoso porque ajuda a sanar as dúvidas sobre as diversas áreas de trabalho e ainda aponta as dificuldades futuras, logo, nos auxilia a vencer as adversidades encontradas durante a carreira profissional. Outra vantagem do aconselhamento psicológico é possibilitar uma conversa com alguém especializado e que, ao mesmo tempo, não possua nenhum laço afetivo com o orientado, resultando em conclusões isentas de carga emocional. Por tanto, como a orientação favorece uma escolha mais acertada, há uma redução nos riscos do indivíduo querer trocar de carreira futuramente. No geral, a orientação profissional é um processo sistemático que foca em duas etapas: autoconhecimento e conhecimento do mercado de trabalho.

7.5. Procedimento que forem realizados:

Sendo realizado entrevista, teste de estresse, genoprofissiograma e aplicação de testes de dinâmicas profissionais em 4 encontros de 1 (uma) hora de duração em dias alternados.

7.6. Análise:

Nas primeiras sessões de aplicação, o examinado demonstrou excessiva tensão, sudorese, agitação, ansiedade, autoestima insegurança, pensamento auto evasivo e revolta em relação a seu pai. Passando o período de comprometimento emocional, procedeu-se à aplicação dos testes buscando a curiosidade dos campos das profissões da família, personalidade, inteligência e memória. Na entrevista, demonstrou harmonia familiar, segurança, introversão e sentimento de timidez. Foi observado distanciamento entre os familiares e seu pai, sem rejeição ou desvalorização dos membros. No interrogatório, os conteúdos apresentados demonstraram bastante interesse pela vida. Os testes foram realizados através da entrevista, genoprofissiograma e da aplicação dos Teste das Dinâmicas Profissionais. Observou-se total conhecimento da realidade vivida por ela. Os principais traços encontrados foram: introversão, imaturidade profissional, autoestima, positividade, egocentrismo, ambivalência de comportamento humor radiante, segurança, afetividade, objetividade e interesse pela sua formação,, fixação por objetos de beleza, vaidade, satisfação com as normas e regras sociais, prudência, insatisfação com as situações de perigo e violência, gosto pela vida, senso de responsabilidade e bastante capacidade para planejar ações. Quanto à avaliação da inteligência, os resultados obtidos através do TDP e do Teste PODE não é o mais adequado para detectar nível intelectual, mesmo assim, acreditamos  que a mesma se coloca na média para sua escolaridade e idade. Porém, em relação à memorização, verificou-se dificuldades no campo da memória auditiva e visual, classificando-se em categoria inferior ao esperado.

Conclusão

Através dos dados analisados nas entrevistas, teste de estresse, genoprofissiograma e o teste das dinâmicas profissionais (psicodiagnóstico), não foram verificados indícios de Deficiência Mental, mas, um leve estresse momentâneo porém, com dificuldades no campo do conhecimento especifico em determinadas profissões. Levando em consideração os testes aplicados e as entrevistas realizadas com a adolescente Paloma Pereira Pontes,14 anos, estudante de escola pública, filha de: Joziel Barbosa de Oliveira e Maria Cristina de Luna Souza ele mecânico e ela dona de casa, ambos residente no Valentina de Figueiredo, hoje separados, podemos dizer que esta pessoa tem uma futura tendência a seguir uma das profissões no campo das humanas. Tais como: Serviço Social; Psicologia, Sociologia ou Teologia. . A adolescência é uma fase da vida marcada pelas diversas mudanças, incluindo as transformações físicas, biológicas e psicológicas. É também uma etapa de decisões complexas e, é nesse contexto que surgem vários questionamentos. Devo escolher uma profissão pensando no que me dá prazer ou nas recompensas financeiras? Se eu não gostar do curso é fácil mudar depois? Devo deixar meus pais influenciarem na a minha escolha? Em meio a tanta dúvidas e indecisões, a orientação profissional apresenta-se como uma saída para solucionar esses conflitos pessoais.

João Pessoa, 07 de Junho de 2018.


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Auristela de Souza Barbosa

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Ednardo Serafim de Souza

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 João Hermano Silva Santos

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 Luciano Melo de Melo

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Publicação Resumida das Experiências de aplicação dos Instrumentos Psicológicos 

Nosso trabalho teve inicio na disciplina de Orientação Profissional, a partir de uma aula no 8º período do curso de Psicologia da Faculdade Mauricio de Nassau, sendo apresentado e discutido os pontos teóricos que sustentam a utilização do portfólio. Com a dinâmica do ensino sendo partilhado em grupo, esperando alcançar mudanças no processo de formação de psicólogos em formação. Desse modo, o portfólio deve congregar não só o que é convencional, enfatizado, mas o que é melhor ou o que é "certo". mas também, o que não deu certo ou que está  incompleto. Deu-se inicio ao portfólio, apresentando e introduzindo os objetivos gerais e específicos, desenvolvimento e metodologia, como debatendo e discutindo o olhar discente em relação aos conteúdos selecionados pela professora. Quando há necessidade de aprimorar as experiências tida com este método. Fizemos postagens dos principais teóricos, resumos sobre os principais conceito da disciplina, introdução as teorias, história e conclusões, como também, fizemos entrevista com adolescente, descrevendo detalhadamente os objetivos de longo prazo explanado pelo mesmo. Na segunda parte abordamos alguns temas de redação para o ENEM 2018. a) O sistema prisional brasileiro e seus efeitos no século XXI; b) A igualdade de gêneros em discussão no século XXI; c) A importância da reivindicação pela saúde pública no Brasil, etc. Foram feitos estudos dirigidos sobre diagnósticos e publicado no portfólio, entrevistas estruturadas e aplicação dos testes das dinâmicas profissionais, resumos contextualizados sobre a identidade e a prática do orientador  vocacional, aplicação do teste de estresse, genoprofissiograma e elaboração do Laudo .  

A formação em Psicologia no Brasil, nos últimos anos e, mais incisivamente, a partir dos anos de 1980 tem se colocado questionamentos acerca da condução do ensino, desde a graduação até a pós-graduação. Movimentos de mudança podem ser observados em sistematização anterior, em que se identificou a preocupação com mudanças curriculares, nas quais os cursos têm se organizado, desde currículos disciplinares tidos como tradicionais, até os currículos integrados. Nestas mudanças, identifica-se a preocupação com os encaminhamentos metodológicos da formação, entre eles, a avaliação que se processa nos cursos. Uma experiência que tem progredido na particularidade da Psicologia é a estratégia do portfólio, especialmente a partir dos fins dos anos 1990 e início do século XXI, embalada pelas críticas e mudanças oriundas do que se tem chamado de educação para o Século XXI ou educação alicerçada nos pilares da Unesco, expressas no Relatório Jacques Dellors, também denominada de educação para o aprender a aprender. O portfólio pode ser definido como uma  construção feita pelo aluno. Uma coleção de suas produções, as quais apresentam as evidências de sua aprendizagem. É organizado por ele próprio para que ele e o professor, em conjunto, possam acompanhar o seu progresso.

Trata-se de estratégia de avaliação visando que os alunos participem da formulação dos objetivos de sua aprendizagem e avaliem seu progresso. Os resumos indicam que a estratégia permitiu a construção da identidade profissional, de uma adolescente mais crítica e reflexiva; reflexão sobre as práticas desenvolvidas, assegurando a construção do conhecimento profissional e pessoal; estímulo a busca de conhecimentos para voltar à prática buscando sua transformação. Também o portfólio propiciou a auto avaliação e a avaliação formativa; reflexões sobre vivências; estímulo à criatividade; relacionar teoria e prática; capacidade de aceitar críticas; o acompanhamento da própria evolução; desempenhar novos papéis, compartilhar ideias, emoções e posicionamentos; e Percebeu-se um importante investimento físico, intelectual e emocional no desenvolvimento da proposta, que requer maior envolvimento do que os métodos tidos como tradicionais de avaliação. Por outro lado, não dá para afirmar que é um método infalível pois, como outras estratégias tem potencialidades e dificuldades dos membros do grupo. Outro aspecto a se considerar, diz respeito à organização do trabalho pedagógico, pois muitas vezes não potencializa este tipo de atividade, pois o tempo gasto com sua estrutura e acompanhamento é infinitamente maior do que normalmente se gastaria com uma estratégia "tradicional" de avaliação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os aspectos positivos de uso do portfólio para o desenvolvimento da capacidade crítica do acadêmico serve de reflexão sobre a prática profissional; para a capacidade de analisar as maneiras de avaliação e propor soluções, também é um instrumento efetivo na busca de novos conhecimentos. Conclui-se que o tempo e o desenvolvimento em uma única disciplina podem ser fatores limitantes do seu êxito; o método tem positividades e negatividades, como outras estratégias avaliativas, devendo ser melhor analisado quanto a sua utilização. 



Auristela de Souza; Ednardo Serafim; , João Hermano, Luciano Melo

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